








No sábado, fomos à Festa Junina na escola do Nícolas. Todos da família estavam ansiosos e empolgados (embora eu, estivesse apreensiva com a postura do pequeno).
Convidamos as tias: Jaira, Cida e Lena; a prima Roberta e o amado primo Tarcísio, além da vovó. O papai não pode ir pois estava trabalhando. O Nícolas acordou cedo, mamou, brincou e se arrumou muito lindo, colocou a roupa e se sentiu todo importante, a pintura ficou por conta da tia Jaira que com toda a paciência, conseguiu fazer o bigode e as costeletas.
Quando chegamos ao salão ele foi logo para o colo do primo e de lá não saiu mais, a não ser para comer pipoca e brincar um pouquinho com o amiguinho Rafael. Na hora da dança, como eu já imaginava, não quis participar, na verdade nem queria sair do colo do primo, mas após muita insistência veio comigo e eu o levei até o centro da festa, onde ele começou a chorar, então, eu prontamente já percebi que era o seu limite e o tirei daquela situação. Sei que não recebi a aprovação de todos, mas para ser muito sincera naquele momento não estava preocupada com a opinião de ninguém, o que eu realmente queria era preservar o meu filho e respeitar a sua decisão, pois apesar de ter somente dois anos, já sabe o que quer e naquele momento não queria dançar e não dançou. Com certeza outras festas virão....
Ele ficou no colo do primo e assistiu a dança dos amigos. Terminada a dança de sua sala fomos embora e aí sim, vi o meu filho feliz, já do lado de fora sorriu, brincou, foi ao colo do Tio Hugo (porteiro da escola) que ele tanto adora e que por sinal é um amor de criatura (muito atencioso e paciente) e para finalizar, encontrou a amiguinha Chiara que ele carinhosamente chama de QUIQUI.
Fomos levar a vovó em casa e voltamos, o pequeno dormiu bastante e à noite fomos comer pizza e nos divertimos muito com os comentários da 1ª Festa Junina...
O que eu aprendi com isso???? Que o meu filho deve ser respeitado e que, eu como mãe preciso saber o momento de recuar e protegê-lo, afinal ele já "cresceu e amadureceu" tanto. Em outros tempos, nem no salão ele entraria, já que estava cheio de pessoas estranhas e com um som de ensurdecer qualquer um.